Livros publicados:
1. A dispersão na semiótica das minorias – Alexandre Rocha da Silva. São Leopoldo: UNISINOS, 2001. 149 p.
2. Comunicação e minorias: das mediações às dispersões – Alexandre Rocha da Silva. Porto Alegre: Entremeios, 2008. 136 p.
Livros organizados:
1. Do audiovisual às audiovisualidades: convergência e dispersão nas mídias. 1. ed. Porto Alegre: Asterisco, 2009. 159 p. - Org.: Alexandre Rocha da Silva e Míriam Rossini.
2. Audiovisualidades nas mídias. Viamão: Entremeios, 2009. 166 p. – Org.: Alexandre Rocha da Silva, Nísia Martins do Rosário e Suzana Kilpp.
3. Comunicação e minorias: das mediações às dispersões. Porto Alegre: Entremeios, 2008. 136 p.- Org.: Alexandre Rocha da Silva.
4. A dispersão na semiótica das minorias. São Leopoldo: UNISINOS, 2001. 149 p. – Alexandre Rocha da Silva.
5. Lei da Informação Democrática. 1. ed. Porto Alegre: Gráfica e Editora Comunicação Impressa Ltda., 1993. 48 p.- Org.: Alexandre Rocha da Silva, A. Brusius e K. Marko.
Textos como capítulos de livros:
1. DUARTE, C. S., SILVA, A. R.
A constituição das coreografias audiovisuais In: Imagem e tecnologias da representação ed.Porto Alegre :
Entremeios, 2011, p. 129-138.
2. PARODE, F. P., BENTZ, Ione Maria Ghislene, SILVA, A. R.
O híbrido na obra de Eduardo Kac: mutações e convergências estéticas da arte In: Imagem e tecnologias da
representação ed.Porto Alegre : Entremeios, 2011, p. 113-128.
3. SILVA, A. R.
Estudos semióticos In: Enciclopédia Intercom da Comunicaçao ed.São Paulo : Sociedade Brasileira de
Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 2010, v.1, p. 494-495.
4. DUARTE, C. S., SILVA, A. R.
Michael Jackson – Coreografias audiovisuais In: Audiovisualidades da Cultura.1 ed.Viamão : Entremeios,
2010, p. 235-264.
5. SILVA, A. R.
Os cinemas de Mário Peixoto In: Audiovisualidades da Cultura.1 ed.Viamão : Entremeios, 2010, p. 91-108.
6. SILVA, A. R. . Elis e a imagem-música. In: Silva, A. ; Rossini, M. S.. (Org.). Do audiovisual às audiovisualidades: convergência e dispersão nas mídias. 1 ed. Porto Alegre: Asterisco, 2009, v. , p. 67-79.
7. SILVA, A. R. . O fenômeno audiovisual entre Peirce e Deleuze. In: Silva, A. R.; Rossini, M. S.. (Org.). Do audiovisual às audiovisualidades: convergência e dispersão nas mídias. 1 ed. Porto Alegre: Asterisco, 2009, v. , p. 81-102.
8. SILVA, A. R. ; ROSSINI, M. S. ; ROSÁRIO, Nísia Martins Do ; KILPP, Suzana . Manifesto Audiovisualidades. In: Silva, A. R.; Rossini, M. S.. (Org.). Do audiovisual às audiovisualidades: convergência e dispersão nas mídias. 1 ed. Porto Alegre: Asterisco, 2009, v. , p. 7-8.
9. SILVA, A. R. . TeleELISvisiva. In: Elizabeth Bastos Duarte; Maria Lilian Dias de Castro. (Org.). Comunicação audiovisual: gêneros e formatos. Porto Alegre: Sulina, 2007, v. , p. 19-33.
10. SILVA, A. R. ; PELLENZ, Vinícius da Silva . Memória Audiovisual Brasileira. In: Elizabeth Bastos Duarte; Maria Lília Dias de Castro. (Org.). Televisão: entre o mercado e a academia. 1a ed. Porto Alegre: Sulina, 2006, v. , p. 219-229.
11. SILVA, A. R. . Betinho na corda bamba de sombrinha. In: Lêda Terezinha Martins; Maria Lília Dias de Castro. (Org.). Semiótica e discurso. 1 ed. São Leopoldo: UNISINOS, 1998, v. 4, p. 19-26.
12. SILVA, A. R. . A perspectiva idealista das críticas à imagem de Lula. In: Lêda Terezinha Martins; Maria Lília Dias de Castro. (Org.). Semiótica e discurso. 1 ed. São Leopoldo: UNISINOS, 1998, v. 4, p. 9-18.
13. SILVA, A. R. . A morte do homem e o império da intertextualidade: uma experiência tropicalista. In: Elizabeth Bastos Duarte. (Org.). Semiótica e pragmática da comunicação. 1 ed. São Leopoldo: UNISINOS, 1997, v. 3, p. 9-33.
Artigos publicados em periódicos:
0. SILVA, A. R., TELLES, M. Nem Deus, nem o Diabo: Rosa na Terra do Sol. Imagofagia Nº5. Argentina: 2012.
Em análises tradicionais de Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha, 1964), Rosa é personagem adjuvante. Ao alçá-la por procedimento desconstrucionista ao centro da narrativa, percebemos que é ela quem dita as regras da ação fílmica e das transformações por que passam os demais personagens. Tais semioses permitem perceber novos arranjos de sentidos imanentes à obra e compreender como desde seus primeiros filmes Glauber criava personagens cuja ação transcendia o papel habitualmente conferido às mulheres.
1. SILVA, A. R., PARODE, F. P., BENTZ, Ione Maria Ghislene. Design de ghettos dans les grandes villes: les enjeux du design pour l’innovation sociale. Esprit Critique
(Montréal). , v.14, p.66 – 75, 2011.
Resumo (inglês): The contemporary global society have created big challenges for designers: make design minding the human, social and violent economic processes inside big metropolis. This globalization is possible because the progress made by the technologies and the will of politics and economic projects, big forces gather for the instauration of an global organization capable of making capital flow in a more flexible way. In this case design is a discipline capable of a development for new concepts to operate in the realities of global market. The explored processes are significant in strong delimited areas (ghettos) that present remarkable characteristics: a territory that is sustained by the imposition of codes that guarantees their identities and another losing the territory that works as a device for the transformation of other spaces (the city). The research problem presented here articulate with a third one that is relative to the way that senses gain territory when used in project`s conception of products on the ghettos and on the desterritorialisation of the cities.
http://www.espritcritique.fr/publications/1401/esp1401.pdf
2. CONTER, Marcelo Bergamin, SILVA, A. R. VideoSongs da banda Pomplamoose: o que você vê é o que você ouve. Ciberlegenda (UFF. Online). , v.2,
p.88 – 100, 2011.
Resumo: A música como protagonista na produção de sentido em vídeos para a web desempenha duas funções: uma estruturante – a que denominamos imagem-música e que oferece as diretrizes a partir das quais se tornam possíveis as relações entre imagem e música –, e outra constituinte – que deve ser compreendida em suas relações de interdependência com as demais linguagens que compõem o vídeo para a web. Foram analisados vídeos compostos por imagens que antes não eram musicais, mas quando mixados, se transformam, através de uma intensa edição das trilhas sonora e visual, em músicas: os VideoSongs de Jack Conte. Para reconhecermos este duplo estatuto, compreendemos a música como uma virtualidade (nos termos de Bergson), capaz de se atualizar, através da aplicação de suas estruturas, em todos os elementos do audiovisual.
http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/394/262
3. PARODE, F. P., BENTZ, Ione Maria Ghislene, SILVA, A. R.
Imagens como membranas transductivas: mutações e convergências de sentido em arte, comunicação e
design. Ghrebh-. , v.1, p.50 – 61, 2010.
Resumo: O foco deste trabalho são as traduções intersemióticas que partem de uma imagem que migra – a do coelho – por diferentes suportes: o livro de Lewis Carroll; os registros plásticos de Eduardo Kac, criador de Alba, e o filme de Tim Burton, Alice. Tais imagens, que ora contaminaram ora foram contaminadas pelo pensamento de Gilles Deleuze, em Lógica do Sentido, também registram expressividades híbridas advindas das experiências de Hieronymus Bosch, Francis Bacon e Marcel Duchamp. A arte se coloca entre os indivíduos e o mundo como uma membrana transductiva, permitindo passagem e retenção como um filtro de formas e conteúdos. Algumas perguntas se impõem: Quais os índices de mutação e convergência verificáveis nas imagens contemporâneas, em termos gerais, e na imagem do coelho, elemento que contamina polissemicamente as diferentes mídias que o veiculam? De que modo a arte contemporânea tem expressado o intertextual como modalidade de experimentação?
http://www.cisc.org.br/revista/ghrebh/index.php?journal=ghrebh&page=article&op=view&path[]=75&path[]=81]
4. SILVA, A. R.
Mário Peixoto: do filme ao cinema. Revista Semeiosis. , v.1, p.1 – , 2010.
Resumo: Mário Peixoto, do filme ao cinema procura identificar índices de uma concepção sobre o cinema desenvolvida por Mário Peixoto ao longo de sua vida (1908?-1992). Embora o diretor de Limite (1931) não tenha proposto formalmente uma teoria para o cinema, é possível – e esta é a hipótese desenvolvida por este artigo – encontrá-la dispersa entre o filme que realizou (Limite), os ensaios e roteiros cinematográficos jamais concluídos, os artigos publicados e as entrevistas concedidas. Para tanto, articula metodologicamente arqueologia e semiótica. À arqueologia coube identificar as condições de emergência dessa concepção, bem como sua caracterização e, à semiótica, traçar as semioses que articulam os diferentes registros verbais e não-verbais referidos com vistas a tornar mais claras as ideias do diretor sobre o cinema. Com isto, pode-se perceber que, com Mário Peixoto, o cinema se constitui em uma ação que transcende o filme realizado e cuja natureza precípua é o problemático, o inacabado e o virtual.
http://www.semeiosis.com.br/mario-peixoto-do-filme-ao-cinema/
5. SILVA, A. R. ; COSTA, R. W. S. . Peirce na trilha deleuzeana: a semiótica como intercessora da filosofia do cinema. Intercom (São Paulo. Impresso)
, v. 33, p. 169, 2010.
Resumo: Peirce na trilha deleuzeana é resultado parcial de duas pesquisas: uma sobre a imagem documental e outra sobre as teorias dos cineastas brasileiros que têm em comum o objetivo de retomar a influência peircena sobre o pensamento cinematográfico de Deleuze, em geral associado ao bergsonismo. Tal retomada permite uma revisão crítica dos tipos de imagem propostos por Deleuze em A imagem-movimento e A imagem-tempo à luz da semiótica, além do desenvolvimento de novos tipos de imagens derivadas da experiência cinematográfica contemporânea e que introduzem novas e específicas problemáticas a desafiar os estudos do audiovisual. Ao desconstruir a hegemonia bergsoniana, este artigo procura revelar os modos como, a exemplo de uma “língua menor”, os pensamentos de Peirce e de Deleuze se agenciam para dar lugar a uma nova imagem de pensamento cuja matéria de expressão são as imagens cinematográficas.
6. SILVA, A. R. . Mário Peixoto: do filme ao cinema. Revista Semeiosis
, v. 1, p. 1, 2010
Resumo: Mário Peixoto, do filme ao cinema procura identificar índices de uma concepção sobre o cinema desenvolvida por Mário Peixoto ao longo de sua vida (1908?-1992). Embora o diretor de Limite (1931) não tenha proposto formalmente uma teoria para o cinema, é possível – e esta é a hipótese desenvolvida por este artigo – encontrá-la dispersa entre o filme que realizou (Limite), os ensaios e roteiros cinematográficos jamais concluídos, os artigos publicados e as entrevistas concedidas. Para tanto, articula metodologicamente arqueologia e semiótica. À arqueologia coube identificar as condições de emergência dessa concepção, bem como sua caracterização e, à semiótica, traçar as semioses que articulam os diferentes registros verbais e não-verbais referidos com vistas a tornar mais claras as ideias do diretor sobre o cinema. Com isto, pode-se perceber que, com Mário Peixoto, o cinema se constitui em uma ação que transcende o filme realizado e cuja natureza precípua é o problemático, o inacabado e o virtual.
http://www.semeiosis.com.br/mario-peixoto-do-filme-ao-cinema/#ixzz10vOGoSdz
7. SILVA, A. R. ; PARES, André Dornelles . A Imagem entre Tarkowski e da Vinci.. Revista FAMECOS (Online), v. 01, p. 06, 2009.
Resumo:A imagem entre Tarkovski e da Vinci discute o estatutoda imagem, e investiga dois modos de sua produção – o pictórico e o técnico-tecnológico – na primeira tomada do filme O Sacrifício (1986), de Tarkovski, em que o diretor filma a pintura A Adoração dos Magos (1441/42), de Leonardo da Vinci. Identifica ainda o debate sobre aimagem sob determinadas perspectivas da filosofia e da semiologia para propor um lugar propriamente comunicacional para sua análise, evidenciando a relevância de conceitos como o de meio, de referência e de sentidos.Por fim, reconhece que é no jogo sincrônico entre as imagens de Tarkovski e da Vinci que se instaura a problemática efetivamente comunicacional das imagens.
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/view/5840/4234
8. SILVA, A. R. . Produção jornalística de sexualidades: como a FSP midiatizou os debates sobre União Civil Homossexual no Brasil. Verso e Reverso (São Leopoldo), v. XXXIII, p. 06, 2009.
http://www.versoereverso.unisinos.br/index.php?e=16&s=9&a=136
Resumo: Produção jornalística de sexualidades apresenta resultado de pesquisa realizada nos arquivos do jornal Folha de São Paulo durante o ano de 1997, ano em que se iniciaram os debates parlamentares sobre União Civil Homossexual no Brasil. São analisados os códigos que regulamentam os regimes de signos de sexualidade hegemônica e as potências dispersivas que agenciam a constituição de cartografias de sexualidades em devir.
9. SILVA, A. R. ; MAROCCO, Beatriz . Murmúrios de Aion: tempo e jornalismo. Verso e Reverso (São Leopoldo), v. 49, p. 3, 2008.
http://www.versoereverso.unisinos.br/index.php?e=13&s=9&a=113
Resumo:Este artigo aborda as práticas e a constituição do jornalístico considerando duas naturezas temporais, respectivamente: o tempo de Cronos e o tempo de Aion. No tempo de Cronos, as práticas presentes nos modos de seleção, edição, corte, textualização e circulação apontam para o propriamente jornalístico, considerando características como medida, identidade, localidade e sucessividade. No tempo de Aion, avaliam-se as forças do fora que, virtuais, constituem não apenas os jornalismos existentes, mas também seus devires. Voltado para o futuro do jornalismo como criação, são consideradas nesta segunda modalidade de tempo características como o desmedido, a singularidade não identitária, a concomitância e o atópico.
10. SILVA, A. R. . Pós-Mídia: a forma da comunicação no Império. Rastros (Joinville), v. 9, p. 32-39, 2008.
http://redebonja.cbj.g12.br/ielusc/necom/rastros/rastros09/rastros0903.pdf
Resumo: A constituição do Império tal como preconiza¬da por Antônio Negri e Michael Hardt provocou des-territorializações conceituais no âmbito da filosofia, da economia política, da cultura, da subjetividade e das expressões artísticas. Neste contexto, conceitos como o de universalidade, soberania e de identidade cultural são severamente desestabilizados. Este ensaio procura problematizar as desestabilizações operadas no campo das comunicações midiáticas, que caracterizavam a forma da comunicação pró¬pria do Estado-nação, para identificar uma outra modalidade de comunicação em devir: as comuni¬cações pós-midiáticas, que caracterizam a forma da comunicação no Império.
11. SILVA, A. R. ; MELIN, M. J. . Transgressão de Códigos: fundamento semiótico da criatividade em publicidade. InTexto, v. 2, p. 6, 2008.
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/8001/4768
Resumo: Propõe-se, neste artigo, uma leitura sobre um fenômeno muito caro ao meio publicitário: a criatividade. Dentro dos limites do campo comunicacional, e através de instrumentos estético-semióticos, investigam-se as razões pelas quais um anúncio pode ser encarado como criativo. Parte-se da hipótese de que a criatividade está fundamentada em um componente estrutural-chave: a ambigüidade. Por sua indeterminação, a comunicação ambígua instigaria a imaginação, e viria daí seu potencial de atração e prazer. O anúncio publicitário se define por um conjunto de características gerais que dizem respeito a sua identidade
(como se parece), a referências ao seu objeto (produto/serviço) e aos efeitos produzidos (como tende a ser interpretado). As análises propostas aqui apontam não para uma criatividade geral, mas para momentos criativos específicos dentro de cada anúncio, sendo a criatividade detectada pelo artifício semiótico da ambigüidade.
12. SILVA, A. R. ; PELLENZ, Vinícius da Silva . Três durações: Nelson, Glauber e Bressane. Ciberlegenda (UFF), v. 18, p. 1, 2007.
http://www.uff.br/ciberlegenda/artigo1_julho2007.html
Resumo: Três Durações: Glauber, Bressane e Nelson identifica formas de brasilidade expressas pelo Cinema Novo. Recupera de Bergson os conceitos de imagem-lembrança, imagem-ação e duração para expressar indícios de brasilidade que ora se como identidade nacional ora como devir de um outro país imaginado pelo cinema. O Cinema Novo oferece formas de expressão remidiatizadas em que se visibilizam as estratégias micropolíticas que configuram a nacionalidade brasileira não mais somente como identidade, mas, sobretudo como memória.
13. SILVA, A. R. . Semiótica e audiovisualidades: ensaio sobre a natureza do fenômeno audiovisual. Revista Fronteira (UNISINOS), v. 9- nº3, p. 145-153, 2007.
Resumo: A proposta deste artigo é discutir a natureza do fenômeno audiovisual a partir do confronto entre a teoria fenomenológica de Charles Sanders Peirce e sua revisão crítica empreendida por Gilles Deleuze em Imagem-tempo. Além das três categorias propostas por Peirce – primeiridade, secundidade e terceiridade – Deleuze propõe uma quarta – a zeroidade – capaz de reconhecer a legitimidade e a duração dos fenômenos em virtualidade. Tal revisão permite a passagem dos estudos do audiovisual propriamente dito – com suas textualizações, condições de produção e produção de interpretantes – para o estudo das audiovisualidades, com suas imagicidades e configurações virtuais expressas naquilo a que podemos, nesta pesquisa, denominar, inspirados por Arlindo Machado (1997) em outro contexto, de pré-audiovisual e pós-audiovisual.
14. SILVA, A. R. ; PELLENZ, Vinícius da Silva . Memória Audiovisual Brasileira. UNIrevista (UNISINOS. Online), v. 01, n. 03, p. 01, 2006.
http://www.unirevista.unisinos.br/index.php?e=3&s=9&a=703
15. SILVA, A. R. ; CONTER, Marcelo Bergamin . Aprendizes do fantasia. Sessões do Imaginário, v. 16, p. 56-61, 2006.
http://revistaseletronicas.pucrs.br/famecos/ojs/index.php/famecos/article/viewFile/907/693
Resumo: “Aprendizes do fantasia” aborda o videoclipe como gênero audiovisual partindo de seus devires, expressos desde as primeiras fusões de imagem projetada com música. Toma-se como referência o filme Fantasia, de Walt Disney, de 1940, no qual são encontradas estruturas que se repetirão nos videoclipes 40 anos mais tarde. São abordadas, também, adaptações de músicas inseridas no filme como traduções intersemióticas.
16. SILVA, A. R. . A imagem-música. Comunicação. Veredas (UNIMAR), v. 5, p. 39-49, 2006.
http://www.unimar.br/publicacoes/comunicacao05.pdf
Resumo: Este estudo enfoca relações entre imagem e música estabelecidas nos musicais televisivos comandados por Elis Regina, primeira cantora produzida pela televisão. Tais programas indiciavam relações semióticas entre imagem e música, cuja autonomização na forma imagem-música veio a posteriori, com o desenvolvimento de suportes digitais. Imagem-música é um conceito que expressa o modo matemático como são produzidos digitalmente imagens e sons (musicais) e as variabilidades de suas textualizações. Deriva desta articulação indissociável entre dois níveis – o da produção e o da textualização em suporte digital – um conjunto de problemáticas não circunscritas ao gramatical (ainda que esta dimensão lhe seja essencial), mas também referentes aos usos dos signos na vida
social e ao estudo de suas potencialidades agramaticais em devir.
17. SILVA, A. R. . Elis Regina e a música televisual brasileira. Galáxia (PUCSP), v. 12, p. 22-32, 2006.
http://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/1461/924
Resumo: Este artigo discute o modo pelo qual a televisão brasileira construiu Elis Regina como ator televisivo. Parte da idéia proposta por Augusto de Campos e Caetano Veloso de que Elis foi a primeira cantora efetivamente produzida pela televisão brasileira para investigar semioticamente o que aqui se denomina
mundo televisivo. Este estudo aborda, ainda, as articulações entre gêneros,subgêneros e formatos como níveis que tecem as malhas do propriamente televisivo.
18. SILVA, A. R. . A dispersão como dispositivo para uma teoria pós-midiática da comunicação. Verso e Reverso (São Leopoldo), www.versoereverso.unisinos.br, v. 39, p. 01, 2004.
http://www.versoereverso.unisinos.br/index.php?e=3&s=9&a=23
Resumo: A invenção de uma comunicação pós-midiática defendida por Félix Guattari em Cartographies schizoanalytiques enseja uma crítica às modernas teorias da comunicação limitadas aos universos midiáticos formais e sugere perspectivas analíticas que reconheçam os microagenciamentos virtuais como potências de comunicações em devir. Tal proposta encontra no conceito foucaultiano de dispersão articulador teórico-metodológico fundamental.
19. SILVA, A. R. . O belo, o admirável, suas estéticas e um impeachment. Rastros (Joinville), http://www.ielusc.br/necom, v. 01, n. 4, p. 97-112, 2003.
http://redebonja.cbj.g12.br/ielusc/necom/rastros/
20. SILVA, A. R. ; MACAGNAN, C. . Imagens mentais. Indivisa, Boletín de Estudios e Investigación, Madrid/Espanha, v. 03, n. 3, p. 69-75, 2002.
http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=77100306
21. SILVA, A. R. . Betinho na corda bamba de sombrinha. Rastros (Joinville), Joinville, v. 01, p. 121-129, 1999.
http://redebonja.cbj.g12.br/ielusc/necom/rastros/
22. SILVA, A. R. . O império do tautismo. Revista Intermeios, Joinville, v. 1, p. 21-35, 1999.
23. SILVA, A. R. ; COGO, D. M. . Um projeto de comunicação popular na UFRGS. Utopia e Ação, Porto Alegre, v. 1, p. 91-102, 1996.