Carla Schneider

Artigos completos publicados em periódicos
SCHNEIDER, Carla. Visualidade pós-moderna no cinema de animação. Orson – Revista dos Cursos de Cinema do Cearte UFPEL, v. 1, p. 151-161, 2011.
Resumo:
A partir dos anos 2000, surgem diversas produções pós-modernas no cinema de animação que evidenciam a mistura de linguagens potencializadas pelas tecnologias digitais incorporadas aos modos de produção das imagens. Este artigo exemplifica algumas dessas visualidades além de refletir sobre relações estabelecidas a partir do jogo de simulação e dissimulação incorporado nos modos de produção das imagens animadas.
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SCHNEIDER, Carla; FUÃO, Fernando. As Collages de Tereza D’Amico. Agulha, Revista de Cultura, Fortaleza, São Paulo, v. 26, 01 jul. 2002.
Resumo: Um passeio curioso sobre o processo criativo-artístico da artista Tereza D’Amico, artista que descobriu a essência da cultura brasileira fazendo collages. Riquíssimas em alegorias e mitos, elas acabam por nos reportar as folias e fantasias carnavalescas. Elementos como plumas, miçangas, sementes, são trabalhados em mosaicos, acumulações, justaposições, que definem a retórica de suas collages.
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Trabalhos completos publicados em anais de congressos
SCHNEIDER, Carla. Dossiê Rê Bordosa e a narrativa animada transmidiática. In: XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2010, Caxias do Sul. Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 3 a 6 de setembro de 2010. São Paulo: Intercom, 2010.
Resumo:
Este artigo propõe a análise de elementos presentes em planos e sequências do curtametragem em animação stop-motion, Dossiê Rê Bordosa, em exibição desde 2008. A escolha deste filme deu-se pelo seu perfil transmidiático, identificado pela sua característica de ser e gerar novas narrativas. Deste maneira, seu ponto de partida esteve nos registros presentes em tiras e histórias em quadrinhos, do cartunista Angeli, mas transcende a mera transposição de elementos entre mídias (impressa e audiovisual). A investigação realizada revela especificidades existentes nas narrativas transmidiáticas pelo ponto de vista da linguagem do cinema e da animação e sua apropriação como produtora de imaginários, memórias, representações sociais e culturais.
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Resumos publicados em anais de congressos
SCHNEIDER, Carla. Imaginação e Conceituação nas Imagens do Cinema de Animação.
In: Congresso Internacional Imagem, Imaginação, Fantasia. Vinte anos sem Vilém Flusser.Imaginação e Conceituação nas Imagens do Cinema de Animação. 2011. p. 25
Resumo: O pensamento flusseriano como ponto de partida para uma reflexão sobre conceituação e imaginação, nas imagens do cinema de animação. Para Flusser, a imaginação representa a capacidade de compor e decifrar imagens. Essas, no contexto das imagens técnicas, resultam das virtualidades circunscritas nos programas dos aparelhos, como metacódigos de textos que diferenciam-se dos fenômenos vivenciados diretamente na experiência com o mundo, o real. Questiona-se, então, o jogo do fazer artístico dos cineastas da animação da atualidade, inseridos num contexto em que os modos de produção de imagens, e consequentemente a sua imaginação, deriva de relações estabelecidas pela conduta específica imposta por hardwares e pelas virtualidades dos softwares.
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SCHNEIDER, Carla. As imagens técnicas do Cinema de Animação.
In: Mídias locativas e trasnsmídia: de que meios estamos falando? 11. Seminário Internacional da Comunicação: PPGCOM, FAMECOS, PUCRS. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011, p. 152
Resumo: Para Vilém Flusser, todas as imagens originadas de aparelhos são imagens técnicas. Embora sejam bidimensionais, elas possuem uma densidade constitutiva ao sobrepor camadas de abstração em dois níveis (imaginação e conceituação), uma vez que representam textos que descrevem imagens que imaginam o mundo. As imagens do cinema de animação, desde os seus primórdios, são imagens técnicas, necessitam do uso de aparelhos ópticos-mecânicos para simular a ilusão do movimento. Neste artigo, não se estuda a animação na tradição do cinema (este identificado com o paradigma fotográfico), mas na perspectiva das imagens digitais, que dispensam a presença de um referente concreto e afirmam as potências da simulação (própria do paradigma pós-fotográfico). É sob tal aspecto que se reconhece aqui o cinema de animação como o mais alto grau de realização da imagem técnica.
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SCHNEIDER, Carla. Arte e tecnologia: um olhar flusseriano sobre o cinema de animação
In: 15º Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema. SOCINE – UFRJ, Rio de Janeiro, 2011.
Resumo: Fundamentando-se nos estudos de Vilém Flusser sobre as imagens técnicas enquanto mediações entre o homem e o mundo composto por programadores e programados, este artigo objetiva a reflexão crítica sobre a relação intercambiante entre arte, ciência e tecnologia como elementos determinante na definição das atuais técnicas e consequente linguagem visual no cinema de animação.
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Pesquisas em desenvolvimento com alunos e publicada como resumo expandido em anais de congressos de iniciação científica
SCHNEIDER, Carla; SOUZA, Eduardo Rodrigue; EBERSOL, Isadora; BACK, Paula di Palma. O cinema de animação no Rio Grande do Sul e os animadores argentinos.
In: XX Congresso de Iniciação Científica – UFPEL, 2011, Pelotas.
SCHNEIDER, Carla; PAULA, Bruna Thais; INAGAKI, Camila Mitiko. O cinema de animação no Brasil e o National Film Board of Canada.
In: XX Congresso de Iniciação Científica – UFPEL, 2011, Pelotas.

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