CISECO – Pentálogo

CISECO realiza Pentálogo 2 de 20 a 24 de setembro em Japaratinga/AL. Veja como será o evento:

Duas mesas-redondas, 8 mesas temáticas e 18 exposições constituem a estrutura de trabalho do Pentálogo 2, encontro promovido pelo Centro Internacional de Semiótica e Comunicação (CISECO) para debater o tema da “Economia e Discursividades Sociais – Explorações da Semiose Econômica”. O evento vai ser realizado em Japaratinga (Alagoas) no período de 20 a 24 de setembro, com as presenças de pesquisadores internacionais (franceses, norte-americanos, argentinos, brasileiros, colombianos) do campo da semiótica da comunicação. As pré-inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do site (www.ciseco.org.br). Onde você também pode acompanhar a programação do evento.

Para este evento, o Centro Internacional de Semiótica e Comunicação – CISECO decidiu propor uma reflexão sobre as relações entre o discurso econômico e a sociedade.

Por que este tema? Por que o discurso econômico? Por um lado, a crise mundial que se desencadeou em 2008 trouxe para um primeiro plano a importância crucial, a evolução dos mercados, as decisões dos atores econômicos dificilmente redutíveis à teoria dominante do racional choice. Ativando um forte debate, este processo reatualizou e revalorizou a pertinência de múltiplos questionamentos sobre a teoria econômica clássica, formuladas há muito tempo. Assim, na segunda metade da primeira década do Terceiro Milênio, se questiona critérios técnicos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, ao mesmo tempo em que desaparecem instituições financeiras que eram símbolos das práticas
do liberalismo. Nesse contexto, resulta particularmente significativo que Paul Krugman, notório crítico das teorias liberais, receba o Prêmio Nobel de Economia, no mesmo ano em que Barack Obama, o candidato pelo qual Krugman tinha mais identificação, ganha as eleições nos Estados Unidos.
Por outro lado, o desenvolvimento tecnológico de diversas áreas do sistema produtivo estão gerando, paralelamente à evolução dos países centrais e à crise, conjunturas econômicas novas em países emergentes como a China, Índia e Brasil. Estas situações estão provavelmente transformando as relações clássicas entre o discurso científico e as
condições de sua inserção na sociedade mediante a forma de processos tecnológicos, transformação que parece estar operando com relativa autonomia em relação aos discursos dos economistas.
A crise é, então, inseparável de uma intensa midiatização tanto do discurso econômico como dos discursos sobre a inovação tecnológica dos seguintes sub-temas:
● Discursividades Econômicas
● Semiose Econômica e Semiose Política
● Narrações Midiáticas

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