A poética de um cineasta celerado, de Francisco E. Teixeira

“O cinema experimental não apenas sobrevive como ocupa páginas densas da história da cinematografia mundial desde o seu nascimento, principalmente na literatura europeia, segundo o professor Francisco Elinaldo Teixeira, do Departamento de Cinema do Instituto de Artes (IA) da Unicamp. Entre os representantes da produção experimental brasileira no mundo está o cineasta Júlio Bressane, cuja obra é analisada por Teixeira no livro recém-lançado O cineasta celerado: a arte de se ver fora de si no cinema poético de Júlio Bressane. A obra é resultado dos estudos para sua tese de doutorado, defendida na Universidade de São Paulo (USP).”

No Jornal da Unicamp

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