Quinta Edição

edição 5 ♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦

SEMIÓTICA REVISTA

2014/1 ♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦

 

materialidade e tecnologia

Nanocomunicação: ubiquidade, materialidade e convergência
Renata Lemos Morais

Há no contemporâneo um movimento progressivo de descortinamento de escalas
materiais, antes invisíveis, que se tornam visíveis através da tecnologia. De um contexto
hipermoderno caracterizado pela virtualidade digital, passamos agora a um novo
ecossistema comunicacional, no qual a informação e a comunicação desempenham
funções arquitetônicas no desenho e construção de novas materialidades.

 

A image, medium, body: a new approach to iconology
Hans Belting

This article a new iconology on the basics of the relations between image, medium and body. Amoung several issues discussion focuses the ways images work on bodies and media, the links between image and death, iconoclasm and condiction of traditional images before the new horizon of digital technologies.

 

◊ semiótica estrutural

A contribuição da semiótica estrutural para o design de um hipermercado
Jean-Marie Floch

Durante a fase de planejamento da construção de um novo modelo de hipermercado,
um estudo semiótico foi conduzido a partir do discurso dos consumidores consultados
nas suas imediações, a fim de obter informações úteis à realização de um arranjo espacial
estratégico de suas seções. Este artigo demonstra como a identificação de diferentes tipos de valores, atribuídos pelos consumidores a esse ponto comercial, foi usada para ajudar a estabelecer zonas e definir a sua arquitetura interior. O estudo semiótico empregou a abordagem da teoria da significação desenvolvida por Greimas junto ao Grupo de Pesquisas Semio-Linguísticas.

 

◊ filosofia da multidão 

Do Medo do Crime à Rebelião: Algumas Indicações para Pensar a Experiência Coletiva Brasileira a partir da Filosofia de Spinoza
Cristina Mair Barros Rauter

Partindo do medo do crime como fenômeno da cena brasileira contemporânea, discutimos ao afeto de medo na filosofia de Spinoza, examinando suas possibilidades de transformação noutros afetos e suas relações de vizinhança com a rebelião. Os limites da ação dos dispositivos de controle social contemporâneos são analisados a partir do funcionamento dos afetos humanos, tomados simultaneamente como constituintes da multidão.

 

A resistência antecipa o poder
Entrevista com o filósofo americano Michael Hardt
Rachel Bertol

Os conceitos que os filósofos Michael Hardt e Antonio Negri  vêm desenvolvendo em coautoria, na última década e meia, tornaram-se referência internacional entre aqueles que estão inventando as novas formas de protesto do século XXI – e entre os que buscam compreendê-las. O americano Hardt e o italiano Negri são autores da trilogia que inclui os livros Império (2000), Multidão (2004) e Commonwealth (2009, ainda inédito no Brasil). Também escreveram um pequeno livro, que consideram um panfleto, intitulado Declaração (2012), inspirados sobretudo nos protestos de Occupy Wall Street em 2011.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: